Coloração química oxidativa: um perigo! 
A coloração química oxidativa e os problemas cutâneos
Entre todos os cosméticos agressivos como géis, lacas e sprays, a coloração química oxidativa está no topo da lista quando falamos de problemas de pele. O número de alergias causadas por este tipo de coloração é enorme. Mais preocupante ainda é o facto de alguns dos ingredientes usados nestes produtos serem classificados como mutagénicos de nível 3… altamente tóxicos!
O que contém a coloração química oxidativa?
Infelizmente, a lista de ingredientes “de risco” presentes nas colorações químicas oxidativas é bastante longa. Eis alguns dos principais componentes a evitar e que, felizmente, estão ausentes das colorações vegetais:
- Aminas aromáticas: como a PPD e a PTD (p-fenilenodiamina, p- ou m-aminofenol, tolueno diamina sulfato, entre outros).
- Sais metálicos: de chumbo, cádmio, cobre, mercúrio, ferro.
- Metais pesados: como chumbo, cádmio e mercúrio.
- Conservantes tóxicos: parabenos, methylchloroisothiazolinone, BHT, phenoxyethanol…
- Resorcinol e metilresorcinol.
Todos estes compostos podem ser nocivos para o organismo, já que não desaparecem simplesmente com a lavagem e podem ser absorvidos pela pele.
Ao contrário do que muitas vezes se diz, o amónio não é o mais perigoso destes ingredientes, mas continua a ser agressivo para a epiderme. Já as descolorações atacam diretamente a estrutura do cabelo: para o clarear, eliminam a melanina da fibra capilar. Apesar de normalmente serem feitas apenas de cinco em cinco semanas, utilizam substâncias altamente tóxicas e são responsáveis por muitas alergias.
O contacto da coloração química oxidativa com o couro cabeludo danifica a barreira protetora natural da pele e pode provocar reações alérgicas graves. Não é preciso colocar a saúde em risco para mudar de visual. Há formas muito mais seguras de pintar o cabelo. Experimente a coloração vegetal e descubra como cuidar da sua beleza de forma saudável e natural.






